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Termo do glossário: Radiação eletromagnética

Descrição: Quando os físicos do século XIX descreveram os fenômenos elétricos e magnéticos, descobriram que há uma maneira de os padrões de campos elétricos e magnéticos se propagarem juntos pelo espaço na velocidade da luz, mesmo em situações em que não há cargas elétricas por perto. Essas ondas são conhecidas como ondas eletromagnéticas ou radiação eletromagnética. As ondas eletromagnéticas elementares podem ser classificadas de acordo com seus comprimentos de onda, e o espectro eletromagnético resultante inclui, dos comprimentos de onda mais curtos aos mais longos: raios gama, raios X, ultravioleta, luz visível, infravermelho, ondas submilimétricas e ondas de rádio (incluindo ondas milimétricas/microondas). A radiação eletromagnética de objetos astronômicos distantes é a fonte mais importante de informações dos astrônomos sobre esses objetos.

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Status do termo e da definição: A definição original deste termo em inglês foi aprovada por um astrônomo(a) pesquisador(a) e um(a) professor(a)
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O Glossário Multilíngue da OAE é um projeto do Escritório da IAU de Astronomia para a Educação (OAE) em colaboração com o Escritório da IAU para Divulgação da Astronomia (OAO). Os termos e definições foram selecionados, escritos e revisados por meio de um esforço coletivo da OAE, dos Centros e Nós da OAE, dos Coordenadores Nacionais de Educação em Astronomia (NAECs) da OAE e de outros voluntários. Você pode encontrar uma lista completa dos créditos aqui. Todos os termos do glossário e suas definições são disponibilizados sob uma licença Creative Commons CC BY-4.0 e devem ser creditados à "IAU OAE".

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Diagramas relacionados


Curvas com radiação no eixo y e comprimento de onda no eixo x. As curvas mais frias têm picos mais vermelhos e mais baixos

Radiação de corpo negro

Legenda: As curvas da radiação emitida por corpos negros de diferentes temperaturas. O eixo x mostra o comprimento de onda e o eixo y mostra a quantidade de energia emitida a cada segundo por um metro quadrado da superfície desse corpo negro em cada comprimento de onda. Quanto mais quente o corpo, menor o comprimento de onda e mais azul a luz em que ele emite sua quantidade máxima de energia. Apesar de o corpo mais frio nesse gráfico ter um pico de luz vermelha, todos os outros corpos mais quentes emitem mais luz vermelha do que o corpo mais frio.
Crédito: IAU OAE/Niall Deacon

License: CC-BY-4.0 Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) ícones


Curvas com radiação no eixo y e comprimento de onda no eixo x. As curvas mais frias têm picos mais vermelhos e mais baixos

Radiação de corpo negro - Catástrofe do UV

Legenda: As curvas da radiação emitida por corpos negros de diferentes temperaturas. O eixo x mostra o comprimento de onda e o eixo y mostra a quantidade de energia emitida a cada segundo por um metro quadrado da superfície desse corpo negro em cada comprimento de onda. Quanto mais quente o corpo, menor o comprimento de onda e mais azul a luz em que ele emite sua quantidade máxima de energia. Apesar de o corpo mais frio nesse gráfico ter um pico de luz vermelha, todos os outros corpos mais quentes emitem mais luz vermelha do que o corpo mais frio. A linha pontilhada mostra a radiação emitida prevista pela teoria clássica antes da mecânica quântica moderna. Essa previsão tende ao infinito em comprimentos de onda mais curtos para qualquer temperatura de corpo negro acima de zero e foi chamada de "catástrofe do ultravioleta".
Crédito: IAU OAE/Niall Deacon

License: CC-BY-4.0 Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) ícones


Three stars with different onion-like layers for convection and radiation.

Stellar Structure

Legenda: Stars are balls of plasma. For most of a star’s life it burns hydrogen into helium in its core. This phase of a star’s life is known as the main sequence. Burning hydrogen into helium produces heat, that heat travels out of the star’s core eventually reaching the star’s photosphere (often referred to as the “surface” of the star). From here the heat can radiate into space as various forms of electromagnetic radiation. However, how heat travels from the core to the photosphere depends on the star’s mass. Imagine a parcel of gas rising inside a star. As it rises, it moves into an area of lower pressure, so it cools down and expands. If the parcel is still hotter, and therefore less dense than its surroundings, it keeps moving upward due to buoyancy. Eventually, it will rise far enough to cool and sink back down. This rising and sinking cycle is called convection. Whether convection occurs depends on how quickly temperature changes as you move away from the star’s core. If the temperature in a star drops rapidly, rising parcels of gas are more likely to stay hotter than their surroundings, so convection dominates as the mode of energy transfer in this part of the star. Conversely if the temperature drops more slowly (i.e. if the temperature gradient is small) then heat will mostly be transferred by radiation (photons). In the most massive main sequence stars (more massive than about 1.5 times the mass of the Sun, seen here on the left), hydrogen is burned into helium using the CNO cycle. This is highly temperature dependent and thus energy production is concentrated near the center of the star. This leads to a larger temperature gradient and thus a convective core. Further out the temperature gradient becomes smaller and heat transport is dominated by radiation. This is called the radiative zone. For lower mass stars like the Sun (between 0.3 and 1.5 solar masses, seen here in the middle) hydrogen is burned to helium using a different process (the pp chain). This depends less on the internal temperature than the CNO cycle and so energy production is more distributed in the star’s core. This leads to a smaller temperature gradient and thus a radiative core where convection occurs surrounded by a radiative zone. Going further out the gas becomes cool enough for some elements to hang to on some of their electrons, i.e. not being completely ionised. This partially ionised gas is more opaque to photons, trapping heat. This leads to a large temperature gradient and thus convection. The lowest mass stars (below 0.3 solar masses, seen here on the right) have no radiative zone and are fully convective. The arrows in the radiative zone are shown as wavy lines heading out of the star. However, a photon’s journey out of a star is much more complex with each individual photon travelling only a short distance before being deflected by some of the charged particles that make up the plasma of the star’s interior. This leads to a long and winding road that takes millennia instead of the few seconds it would take if the photon did not interact with particles in the plasma.
Crédito: Based on a vector diagram by Wikimedia user Д.Ильин which itself is based on a diagram from sun.org

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